GSN - Global Sports Network


Pesquisas & Estudos

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Economia e Futebol Brasileiro
Autor:

Estudo aponta a origem dos investimentos em patrocínio aos clubes do futebol brasileiro em relação aos segmentos econômicos.

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Maratonas Internacionais na Máquina do Esporte
Autor: Máquina do Esporte

 
Qual é a marca de materiais esportivos que está mais presente entre maratonas de nível mundial? A Asics, à frente de Adidas e Nike, é a mais "popular", segundo estudo feito pela Global Sports Network (GSN), cuja amostra considerou 222 provas realizadas entre 2010 e 2011, ao qual a Máquina do Esporte obteve acesso.

Entre 86 países, divididos em cinco continentes, foram encontradas 14 marcas esportivas. A Asics está presente em 37 dessas provas, com participação equivalente a 16,7%. A Adidas é a segunda mais ativa nesse universo, com 12,2%, seguida imediatamente por New Balance (4,1%), Nike (4,1%) e Mizuno (3,6%), segundo a pesquisa.

A Asics predomina na maioria dos mercados globais, tendo a liderança na Ásia, na Europa, na Oceania e na América do Norte (empatada com Adidas e New Balance). A África possui como maior apoiadora de maratonas a New Balance, enquanto a Adidas possui maior concentração entre eventos esportivos nas três Américas.

De todas as maratonas analisadas pelo estudo, 115 não possuem vínculo com nenhum fornecedor de material esportivo. Dessa maneira, 51,8% do universo pesquisado não têm qualquer empresa presente, seja na forma de apoiadora, patrocinadora ou patrocinadora oficial, número superior a todas as outras provas somadas.

Dentre as principais provas levadas em consideração, estão Roterdã, Honolulu e o World Majors Marathon, do qual fazem parte Londres, Boston e Berlim (Adidas); Chicaco (Nike); Nova York, Paris e Estocolmo (Asics); e Amsterdã (Mizuno).

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GSN mapeia o perfil econômico da Lei de Incentivos ao Esporte no Brasil
Autor: GSN


 

O novo estudo da GSN Sports traça um panorama geral sobre os investimentos através da Lei de Incentivo ao Esporte no Brasil, realizados entre 2007 e 2010. A pesquisa aborda questões econômicas e regionais, assim como as principais características dos projetos, acentuando os gargalos que há no processo de captação de recursos.

 
De acordo com os dados apurados no Ministério do Esporte, 1.034 projetos foram aprovados, resultando em aproximadamente R$ 1,1 bilhão autorizados para captação. Entretanto, apenas 40% da verba foi efetivamente captada, o equivalente a cerca de R$ 433 milhões. Durante os últimos três anos, houve um crescimento médio de 55,3% no volume de investimentos integralizados via Lei do Incentivo ao Esporte.

Numa análise geográfica, a região sudeste representa, aproximadamente, 77% do volume aprovado para captação (cerca de R$ 838 milhões) e 86% da verba total captada pela Lei de Incentivo. O estado de São Paulo foi o que mais aprovou recursos, R$ 433,3 milhões (35%), enquanto Rio de Janeiro e Minas Gerais aprovaram 22,7 % (R$ 245,8 milhões) e 14% (R$ 153,6 milhões), respectivamente.


Em relação ao tipo de manifestação desportiva, os projetos de Rendimento foram o principal destino dos recursos captados, com 73% do volume total (cerca de R$ 792 milhões).  Educacional e Participação canalizaram 14% e 13%, respectivamente.


As companhias privadas foram responsáveis por 71,5% do investimento, enquanto as estatais corresponderam por 28,5% durante o período analisado. Já sob o ponto de vista de segmento econômico, cerca de 47% dos benefícios fiscais concedidos foram para empresas dos setores Bancário, Financeiro, Química e Petroquímica. Ao todo, mais de 1.200 empresas já obtiveram isenção fiscal decorrente do apoio aos projetos enquadrados na lei.

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Marcas Esportivas no Brasil: Um Enfoque Estratégico 2011
Autor: GSN

 

O conteúdo elaborado refere-se à uma breve análise de como as marcas esportivas estão atuando estrategicamente no mercado brasileiro diante do panorama de Copa 2014 e Jogos Olímpicos 2016 no país. Como o cenário econômico favorável, marcas do mundo todo miram as oportunidades de negócio diante da potencialidade da indústria brasileira, enquanto fabricantes locais se posicionam para defender market share e expandir representatividade na América Latina.

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Marcas Esportivas no Futebol Brasileiro
Autor: GSN

 

Em época de preparação para os maiores eventos esportivos do planeta - a Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas - a GSN Sports, empresa voltada ao desenvolvimento de negócios na indústria do esporte, divulga mais um estudo de mercado, desta feita, voltado à presença das “MARCAS ESPORTIVAS NO FUTEBOL BRASILEIRO – 2011”.

Ao todo foram analisados os fornecedores de material esportivo para 301 equipes da primeira divisão dos campeonatos estaduais. A pesquisa aponta uma pulverização desse mercado, onde foram encontrados 70 fabricantes, sendo que as empresas com características regionalistas se destacam frente às suas concorrentes com abrangência nacional. Em temos de agremiações disputando a primeira divisão dos estaduais, outro número surpreendente, pois a região brasileira com maior número de participantes é a Nordeste, com 98 agremiações, seguida pelas regiões Norte (61), Sudeste (58), Centro-Oeste (46) e Sul (38).   Também merece destaque a grande quantidade de equipes que não tem contrato de fornecimento de material com qualquer fabricante: 76 clubes ou 25,2% do total. 

A presença de marcas nacionais com forte apelo regional é um dos destaques da pesquisa realizada pela área de marketing esportivo da GSN, comandada por Idel Halfen, também vice-presidente de marketing do atual campeão brasileiro, o Fluminense.  Das cinco principais marcas, as quatro primeiras posições couberam a empresas de capital interno. A liderança, em termos absolutos, coube à goiana Super Bolla, com forte presença no Centro-Oeste, liderando a pesquisa vestindo 17 equipes, ou cerca de 6% do universo analisado.  Esse mesmo aspecto se nota na segunda colocação, com a Rota do Mar, presente basicamente no Nordeste, com 12 equipes ou 4% de share.  Nas posições seguintes, Penalty e Kanxa, com 11 times e 3,7% empatam na 3ª posição, enquanto que na 4ª colocação, a primeira empresa “internacional”, a Umbro, com oito equipes e 2,7% de participação.

As tradicionais Adidas, Nike, Reebok e Fila, além da Olimpikus, fornecedora oficial do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) mantém participação, em números absolutos, bastante modesta, variando o fornecimento entre uma e três equipes, apesar da representatividade dos times. O exemplo da Olimpikus ilustra essa característica do nosso mercado: apesar de apenas vestir uma equipe, esta é o Flamengo, o time de maior torcida no Brasil. A Nike adota o mesmo modelo, com o Corinthians, outro clube de massa, ao passo que outra marca de grande expressividade no contexto esportivo, a Puma, está ausente deste nicho de mercado desde o encerramento de seu contrato de fornecimento com o gaúcho Grêmio. A outra alemã, a Adidas, patrocina o Palmeiras e o Fluminense.

Apesar de não liderarem a pesquisa em termos quantitativos, quando se analisa a questão sob a ótica da qualidade/relevância do clube, esse aparente desinteresse dos grandes fornecedores, acaba apontando para outra realidade, pois é notória a disputa pelas grandes equipes do futebol nacional. Tentativas de novos contratos, atrelados a propostas milionárias são comuns envolvendo os times de maiores torcidas e seus fornecedores, pois sem dúvida, a visibilidade e a possibilidade de trabalhar em nichos significativos de mercado se mostram altamente interessantes. Hoje, praticamente todo clube de primeira divisão mantém lojas onde esses produtos são expostos, em especial nos ambientes exclusivos que mantém em seus estádios, ou mesmo através de extensa rede de comércio varejista dedicado ao esporte e, sejam empresas regionais ou não, ninguém quer estar de fora deste mercado.

 

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Estratégias de Marketing Esportivo no Voleibol Brasileiro
Autor: GSN

   

O estudo aborda as práticas de marketing esportivo utilizadas por empresas públicas e privadas no ambiente do voleibol, analisando em um contexto estratégico como o investimento feito no esporte está alinhada com os objetivos organizacionais.Questões relacionadas ao por quê das marcas se associam às competições, equipes e atletas do voleibol na forma de ação de relacionamento, ativação promocional, responsabilidade social, comunicação integrada, incorporações de valores, sinergia entre parceiros, reforço de imagem instituicional, são exemplificadas nesse trabalho.

Clique no arquivo ao lado para baixá-lo: Marcas Esportivas no Futebol Mundial - Clubes e Seleções 2011.pdf

Estudo da GSN radiografa presença das Marcas Esportivas
Autor: GSN

 


A GSN Sports, empresa voltada ao desenvolvimento de negócios na área esportiva, acaba de finalizar uma extensa pesquisa sobre a participação das marcas esportivas no futebol mundial. Foram analisados 1.665 clubes de futebol e 209 seleções, espalhados por todos os continentes.

A abrangência do estudo compreende clubes em 122 países, e mostra que o universo de marcas esportivas não se resume apenas às tradicionais Adidas, Nike, Puma, Umbro e Lotto. Nos sete continentes, a pesquisa aponta a presença de 117 fornecedores de material esportivo, com características peculiares a cada região do planeta.

Enquanto a Europa é o maior mercado, contemplando 674 clubes, a América do Norte, com apenas 47 clubes, mostra-se o menor. África, Ásia e América do Sul são outros continentes com participação significativa, com 328, 321 e 121 clubes, respectivamente. Oceania e  América Central, com 68 e 66 clubes, fecham o estudo.

Outro ponto que o estudo da GSN Sports aborda é a grande quantidade de clubes que não têm contrato firmado com nenhum fornecedor. Dos 1.665 analisados, 467 não têm contrato de fornecimento, ou 27,7% do total. A adidas é a marca com a presença mais significativa, vestindo 205 clubes, ou 12,3%, seguida pela Nike, com 159 e participação de 9,5%; Puma, com 125 e 7,5%; Umbro, com 109 e 6,5% e Lotto, com 58 e 3,5%.

O estudo lista ainda a participação de todas as 117 marcas nos clubes e seleções e pode ser acessado pelo site da GSN Sports.

Clique no arquivo ao lado para baixá-lo: GSN_Marcas_Deportivas_en_Futbol_Mundial.pdf



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